Oyá de Oyó: a saga de Iansã

R$80,00

Autor: Manu Barbosa
Editora: Letraria
Ano: 2026
Assunto: Ficção Brasileira, Mitologia Iorubá, Religiões de Matriz Africana
Páginas: 166

Peso 350 g
Dimensões 21 × 15 × 1 cm

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Mergulhe na mitologia Iorubá com uma narrativa épica e empoderada

Oyá de Oyó: a saga de Iansã, de Manu Barbosa, é muito mais do que uma obra de ficção; é uma jornada lúdica e profunda pelo coração da mitologia Iorubá. Em um cenário onde a cultura africana é o cerne da narrativa, este livro preenche uma lacuna essencial na literatura brasileira. Assim, traz o protagonismo das divindades de matriz africana para leitores de todas as idades.

O que você encontrará nesta obra?

Acompanhe a trajetória de Oyá, a senhora dos ventos e tempestades, em uma saga que une elementos do Candomblé, da Umbanda e da rica tradição africana. Com uma escrita envolvente, o autor equilibra o drama ficcional com o respeito absoluto aos fundamentos religiosos, apresentando:
Arquétipos poderosos: uma visão de Iansã como a personificação da mulher moderna — forte, independente e guerreira.
Fidelidade cultural: cidades, comunidades e rituais descritos com base em locais reais da Nigéria e doutrinas ancestrais.
Conhecimento acessível: inclui um glossário completo e notas explicativas que facilitam a compreensão de termos e conceitos das religiões de matriz africana.
Diálogo e harmonia: uma tentativa sensível de harmonizar os discursos entre diferentes vertentes religiosas, combatendo o preconceito através da educação e da arte.

Por que ler “Oyá de Oyó: a saga de Iansã”?

Se você busca entender mais sobre a ancestralidade brasileira, se interessa por empoderamento feminino ou deseja uma leitura que alimente a curiosidade sobre as tradições africanas de forma respeitosa e imaginativa, este livro é para você. Isso porque é uma obra indispensável para quem deseja ver a beleza da filosofia dos Orixás celebrada em uma narrativa de alta qualidade.

 

Manu Barbosa (Emanuel Barbosa) é psicanalista, bacharel em direito, técnico em massoterapia, mestre em reiki, aromoterapeuta e tarólogo. Quanto à sua trajetória pessoal, é nascido e criado em Florianópolis, vindo de uma família paterna católica e família materna de candomblé. Devido a essa pluralidade, desde a infância já demonstrara interesse por mitologia grega e romana.

Aos 18 anos, ingressa em um terreiro de umbanda para desenvolver sua mediunidade e, posteriormente, aos 27 anos, inicia seu sacerdócio. Nesse ínterim, percebe a falta de conteúdo artístico-cultural que tenha as religiões africanas e/ou afrodescendentes como cerne de sua produção. Como é leitor ávido desde a remota infância, encontra nos livros a possibilidade de incitar o desejo por novos conhecimentos e a expansão dos que já possui. Diante disso, escreve Oyá de Oyó como forma de sanar esta falta através de um conteúdo lúdico, porém fielmente pautado nas doutinas, costumes e fundamentos das religiões brasileiras de matriz africana.

Ao buscar unir mitologia iorubá, candomblé e umbanda para construir um enredo ficcional, a formulação deste escrito torna-se uma tentativa de iniciar novos diálogos. Dessa maneira, o autor convida praticantes, simpatizantes e leigos a olhar para a cultura africana e seus fundamentos, considerando sua origem e a diáspora de sua civilização como uma verdade que também escreve o mundo, a cultura, o comportamento, os costumes e toda a sociedade.

 

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